segunda-feira, dezembro 12, 2005

"mas ai vc me pergunta..."o que porra é isso?" dai eu te respondo....que não sei.....

ensina-me

(Tx)
Nesses dias assim
que não fazem sol
mais que tristes
estou só mas com você
não sei aonde,
não sei por onde..
Te ouvindo falar baixinho
lá de longe
como um sussurro
ou como um grito
não sei.
acho que vai chover
no som toca uma melodia triste
e feliz ouço
por que gosto de me sentir assim
bem, perante à tristeza.
ela não me entra nesse exato momento
me lembro de ouvir
você falar coisas
usando metáforas para me fazer entender
o que não havia compreendido ainda.
e de pensar que isso
nunca vai acontecer novamente
e que aqui estou garranchando essas
palavras não pensadas
sei que o eterno
pode ser esquecido mas o amado ficará
sempre na lembrança..

escuro

(Tx)
Abrir os olhos
sem te enxergar
correr um mundo
pra te encontrar
contar estrelas
só pra ver passar
o tempo que eu levo
pra te beijar
onde está você
quero te amar..cade você
Que não consigo achar...

Parto

(TX)
Decifrar códigos
desvendar segredos
sucumbir ao desconhecido
saltar desse plano
Sair de mim
voar ao longe
ouvir tua voz
tentar responder
cair dum vôo
abrir os olhos
apanhar e chorar
me sentir liberto
porém preso
ao aberto
enxergar ao longe
finalmente luz
e ao primeiro olhar sentir-se amado...NASCER!!!

Madre das pedras

(TX)
Criar asas e voar
partir em rumo do desconhecido
Tal emoção nunca dante sentida
me faz sentir como daVinci ao pintar
e no alto do planar soltar um grito
Como se expulsasse um algo ruim
de dentro de mim...
Ignorância(TX)
"Ignorância aprendeu a ser esperta.
aprendeu que a melhor receita pro progresso é o silêncio
que comer da fatia uma doce e outra amarga e fazer cara de feliz
é o segredo do sucesso.
aprendeu também que o poder é para os burros e fracos e o trabalho é para os pobres.
que os tolos ganham e perdem sempre que podem, e os apáticos nada fazem.
enfim aprendeu que viver é vegetar e esperar a comida vir a boca já mastigada mas que ser discrente não é viver é tolerar a si mesmo
Ignorância agora "mora na capital" e vive, ama, come, tosse, dorme, beija e toma cerveja com os inimigos.
Ignorância hoje é somente sinônimo de indelicadeza nunca de desinformação"!.!

BIP..

(Tx)
Mãos de negra cor me afungentam
não vejo seu rosto
onde está você
pra onde fugiste
Nem deixasse recado após o bip..
me privasse de você
me forjasse a te desconhecer
Me cortasse as forças assim como dalila enquanto eu dormia
A mim que apunhalasse
com ferrugem à ponta
me passando o tetano
Doença que mata como amar
Indolor e lentamente
Novamente ouvi os recados deixados
E não pra minha surpresa
lá não estava o teu
e agora, só e sem forças
passivo a isso
vulnerável a você
traindo a esmo
sem padrões nem regras
cai a prima lágrima
deste rosto enrugado
morto e vivo
ao mesmo tempo
esperando que o tempo ache solução..
por fim sobrou um resto de mim apenas...
ah! e não há mais recados!

\m/_____________________________________\m/

BLASFÊMEA
(TX)
Nasceste enfim
e logo descobriste tu
que não foi da virgem
e que nunca sentarias
à direita do senhor
que nunca pudesses jugar ninguém
e tampouco padeceste sob poncio
Descobrisse sim que o sangue é o que rege tudo
e que não ressucitasses ao terceiro dia
mas sim que sofreste em nome de madalena.
"que não és regido nem por libra de ascendente em câncer"
Que por teu nome
a ganancia, a ambição, e a mentira jorrou sangue
caíram mitos
e matou-se sem recentimentos
Viraste adorno e teu nome sustenta familias
afinal quem foste a que vieste,
palavras como calúnia
e heresia foram homenagens
de teus irmãos a ti
Até o anjo caido sofre por você,
pobre dele ser envolvido em toda essa farsa...

COM TUAS MÃOS(TX)

tento me lembrar
do quanto fui feliz
por vagos momentos
que pouco duraram
e muito marcaram(doeram)

Tento descobrir
de quem foi o engano
será por ignorância
ou por falta do que fazer
Será por maldade ou vingança
isso eu não posso responder
Sigo tentando tapar os buracos
ou seriam covas o que cavaste(com tuas mãos)
Seriam pra se ver longe de mim
ou por não amar-te
seria por ódio ou traição
Foi pra tentar me apagar(de você!)
como um eclipse da lua que tapa o sol...
foi pra se ver longe de mim
como a onda parece querer fugir do mar
mas,o mundo é sábio
e assim como a onda
foge do mar e a lua tapa o sol
por alguns instantes
tudo volta a ser como era
e de uma coisa fique certa
nada vai nos separar.

quarta-feira, dezembro 07, 2005

Principessa M

(Tx)
Parece mentira
teu existir
de linguajar rebuscado
trejeitos classudos
deveras único
Cor de sol
cheiro fresco
ar campestre
jeito singelo
criança que és
Tu
somente tu
marilyn
onassis
princesa!

Pacifica

Flores a murchar
a definhar-se vão
tomar pedras
de naftalina
quebradas pra
misturar, dissolver
o que é diamante
Novamente fui traido
queria poder estar feliz
mas estou cansado
leria mojo ou eco
que cego descobrisse
ao tocar que fere
vou-me pra apaziguar
tornar pacifica a dor
para quem fica
seria louco
em dizer-te...
que chove.

terça-feira, novembro 22, 2005

O que não começa com C (parte2)

Quem é ela
a que eu vejo
com outros olhos

Me diz que aquela moça
personagem
de meus sonhos mais carnais.
é a mesma pessoa
que me olha e não me diz uma palavra.

Quisera eu, ela me notar
que é p'reu dizer a ela
"tiranesa" de meus pensamentos
o que sentira ao vê-la
desde a prima vez.

Me responda quem seja
ou quem saiba
pois isso nem eu sei...

Cairo

(Tx)
Calor!

se encontra nos cobertores
destas madrugads frias.

Medo!

Busco me livrar
destes tiros
de metralhadora.

Angústia!

Fujo daquilo que é escuro.

Amor!

Temo o que me trai.

Dor!

Estou deitado
na maca do que se desconhece.

Viver!

É dormir pra sonhar
com o que é eterno.

Morrer!

É acordar no inferno
e ter a impressão
de ter conversado
com deus!



Morte por gromki(ou que nadsat os salve)

Me prendes pelos pés
ó aranha venenosa
planejas me enrolar
seria pra me proteger
ou pra me matar.

Não te enxergo mais
mas sei que falas comigo
por nadsat
o que não entendo
é o que desejas de mim.

É de noite
e choro de sono
fui envenenado
por ti entregadora da morte.

Aquela que colocara
moedas em meus olhos
para cegar-me da vida
que congelou
em tua caverna sombria.

Sou agora nada mais
que presa tua
imóvel pra você
resta-me purgar
e te agradecer
por todo o ódio
em mim depositado
e fim...

O que não começa com C

Vai me diz
que cair
de quanto mais alto for.
Vai ser feliz
diz que o que não começa com c
é alicerce para construir
o que se destrói ao toque.
Pode não ser mas é amor
como grito fora.

E de madeira levantar
ao ver a luz
você a vir
olhos cor de céu
a mim que sou leigo
falar de viver
a um ou a dois
ser triste ou vermelho juntos.

Sem nada

(Tx)
"Que fazer
se não tenho
coragem pra dizer
o que se diz.
O que fazer
se é um bobo defeito
de poucos que tenho
quando o pouco que tenho
é o bastante para falar-te.
O que falar
se me faltam modos
de expressar
simples formas,
sem modos,
nem rodeios,
sem palavras
nem gestos,
sem nada!"

segunda-feira, novembro 21, 2005

Quando?

(Tx)
Quando me falaste na boca a beijos
querias dizer-me
que sentir saudades aleija, mas não mata
que serias detetive de mim em você
e fausto fosse enganado por mephisto
Quem inventou a luz
e não estou falando de vida
como subjulgo ser vulgar
o pensamento humano
e vago nos atos
ao receber como um premio
uma resposta que declara concordância e
afirmação.
Logo após o beijo
tal como judas
por amor
vaidade
ódio
ou resposta
quando!

sexta-feira, outubro 28, 2005

A "vivi"

Ao meu lado
correm postes
estou alguns números
adiantado pra chegar
Mais um café pra acordar
e perceber o atraso
nunca chegaria antes
de você que está em todo lugar.
Se afaste luz
pronde foram os postes
soam buzinas, trombetas puras, e alarmes
sinto cheiro de fim
a ti deixo a missão
de dirigir tal veículo
que não nos leva a canto nenhum
pra não falar das árvores
aproveito e te deixo um fruto
dessa doce jornada
que se rompeu como um fio de cabelo
louro, comprido, curto, belo
sem adeus na disperssão
vou-me pronde devo ir
volto donde nunca vim!

...

Estar onde se diz
que estar são coisas
de trens que passam
na hora que tem que estar
Chutar, tropeçar, reclamando
e com a boca articular
que sem ti ir é dor
ou cura é pior
que vou "tar" em perigo
Sem ti mentor não sara
a minha procura
por voltar correndo
e re-clamar ruim
é ter sabe viver(é ter sobre viver)
ou morrer ias
saber que ente
não respira são mais
im portão te abraçar
a ti ver com outros
olhos te vê em
fazendo o que não
dever ias fazem em casa
e aprender e dez a prender
quinze a si sol ta arde rachar
a cabe sabe o por esta
que ex-crê e vê.

Nem a pó

Se o vento soprasse
e me levasse a voar
me agarraria em crinas
ou quem sabe em tuas mãos
e arrancaria pecados
maldições, dogmas, astrologia
quem sabe a razão
morreu antes de cantá-la
Bebendo crença
numa taça feita de discórdia
quem sabe o que e o não
não quer vê-lo nem a ouro
Nem a pó cai a vida
soprado pela brisa
no início se perdeu
e até agora não se acha mais
quem sabe por que ora.
Ninguém sabe pronde olha
nem cheira a flor
nem também
cheiro de manhã
quem sabe por amor implora
talvez eu saiba a que horas sai
já sei que é agora
por outrora não falo mais