quarta-feira, junho 27, 2007

(Pedro)


Eu gostaria de saber por que que eu sou tão incompreensível as vezes,
gostaria de saber por que sou chato, turrão, grosso, com as pessoas.
Talvez minha prima possa explicar isso com biologia quem sabe.

Eu não me sinto bem nas casas de meus familiares
e estou começando a não me sentir bem na minha própria casa.

Seria isso grave?

espero que não
eu n tenho tantos mistérios
eu apenas sou
ou um extremo ou o outro...

as vezes vario conforme a ocasião.
e eu sei também que nem todos me colocam em pedestais.

Mas não espero nada mais do que gratidão,
humildade, respeito,
e o que quer que alguém possa me dar

preciso de mais sentimentos!
isso é pedir muito?

me deixem desabafar ao menos.
isso também é pedir muito.

e será que isso também se explica com biologia!

num força!
num funciona sempre
nem comigo nem com ninguém!

no mais continuo escrevendo!

até a próxima!

abraços

tens culhões?

(Pedro)

Pra começar, eu digo que,

eu não preciso da ajuda de ninguém,
eu não estou pedindo a opnião de ninguém
e muito menos quero que ninguém venha a mim pra comentar sobre esse assunto.

Você tem noção da sensação de se sentir um peso de papel?
odeio a psicologia de bula de remédio
odeio a posologia de AAS infantil que querem usar comigo...
cansei de gastar o pouco que me resta de boa vontade com meus familiares
cansei de não ter nada em troca...
eu não quero que ninguém me entenda!
não estou pedindo afagos na cabeça!

que me perdoem os meus parentes
mas não faz diferença pra mim o que eles pensam ao meu respeito!
não preciso desabafar com ninguém!
eu gosto de escrever
e por isso o estou fazendo
também sem a mínima vontade

novamente digo que
não preciso de ajuda
não preciso de exemplos
não preciso de opniões

mas você sabe como é se sentir um peso de papel?

estou mal do coração...
nada que pare minha vida...
mas juro que não estou em minha melhor fase.

Você sabe o que é se sentir apunhalado pelas costas?
Você sabe o que saber que os outros pensam num futuro pra você
que não é o seu?
isso é realmente amor ?

dizem que é amor incondicional..
estou ficando discrente em relação a isso!

juro que tentei de todas as formas...

Não ligo pra o que eu possa vir a perder
pois nesse momento sinto que não tenho mais muito a perder...

prezo somente pela minha vida,
minha sanidade,
minha liberdade,
e um pouco por quem amo!

e basta!


sem mais...


o mais cru e visceral eu!
o sofrível
mas ainda o que tem coração!

EU!



sábado, junho 16, 2007

Show de Robben Ford no recife

sexta feira 15 de junho de 2007

20:40

A noite do show de Robbben Ford no recife, começou num tom de reunião de amigos guitarristas e suas respectivas esposas.

E nas conversas, o principal assunto era o guitarrista americano de quase 60 anos, e seu timbre único.

O teatro da U.F.P.E era o local perfeito para tal, apesar dos espectadores terem de assistir ao show sentados, o que nada atrapalhou, o teatro não chegou a lotar, mas as suas cadeiras foram preenchidas por um público que certamente aprecia música de bom gosto.

21:30

Entra no palco a Robben Ford band entra no palco tocando uma de várias músicas do seu novo trabalho "truth".

A banda entra soando uma espécie de blues, com pitadas de fusion e rock, Robben(guitarra) junto com Gary Novak(bateria) e Chris Chaney(baixo)

soam cristalinos e muito independentes, abrindo assim espaços para improvisos no meio das músicas.

Enquanto Robben soltava seus licks, Gary descia a mão de maneira surpreendente ao público, não menos importante estava Chris,

muito bem afinado e confortável nas melodias.

Durante o show, Robben demonstrou não gostar dos Flashs das câmeras, o que ele já tinha pedido no começo do show para não ser usado.

A cada música o a platéia aplaudia com maior ênfase, apesar do músico não ter tocado nenhuma de suas músicas mais conhecidas.

O show em resumo foi muito proveitoso tanto para fãs de Robben e do blues, como para leigos e simpatizantes da boa música.

Depois de aprox. 1h e 10min de show,

Robben simulou um encerramento para o show, que depois de algumas palmas, ele voltou tocou mais uma música e foi muito aplaudido pelos presentes.

Pedro Timaia

quinta-feira, maio 31, 2007

Esse texto foi recuperado de um velho caderno
17/08/06
(Tx)
Me de sua mão
Vamos nos libertar.
Enquanto isso corre o trafego
e nos sinais amarelos,
acelerar.
Sem pensar no que virá,
vermelho.

Sem se repetir,
tenta o poeta se expressar,
sem saber também,
o que virá.
Nas conversas paralelas
as pessoas a dizer,
enquanto ferve o chão
quase também,
vermelho.

Coisas apenas ditas sem pensar,
enquanto o pobre do poeta só escreve.
E sente que o problema das pessoas,
somente sente o que é,
vermelho.

O que seria de mim poeta,
se as pessoas somente lessem
sem sentir
a brisa, na palavra,
o que o tal poeta
transcreve
em forma de verso
cada batida do anulado coração
sentimental
de quem somente sente
coração esse,
vermelho.

nada sobre mim

30/05/07
(Tx)

Aproveito meus dias ociosos
para me voltar um pouco a mim
refletindo sobre os meus desejos
indagando sobre minhas dúvidas
saciando minhas vontades
e obviamente
gastando o longo tempo que me resta.
Ora escrevendo, ora lendo,
mas sempre tentando
ser melhor em minhas virtudes
e também em meus defeitos,
progredindo sempre
mas sem buscar a perfeição,
pois acredito que não exista nada, nem ninguém perfeito.

Busco o melhor do equilíbrio
na corda da vida que insiste
em tentar me derrubar.
Sinto saudades de alguns lugares
e de algumas pessoas.
Uma vez me disseram
que só se sente saudades
do que se ama,
concordo com isso
e acho que o bom da saudade é o valor que se dá.
Nada do que eu disse nesse texto
torna novo qualquer pensamento,
muito menos me faz alguém mais especial
do que penso ser.
E por fim,
mesmo que mais uma vez eu me repita,
sinto me satisfeito
por esse desabafo sem sentido.



nada sobre mim parte 2

30/05/07
(Tx)
Sigo dia-a-dia sonhando
e nesse sonho
amaldiçoava cada uma das passagens tristes
que insistiam em acontecer.

As vezes prefiro a clausura à alforria
simplesmente pela reflexão
para o meu crescimento intelectual.
Eu me privo de uma vida social comum
a troco de um amadurecimento pessoal,
sigo paralelamente, buscando sempre entender
sobre o que os outros pensam.
Sem me importar com o que pensam de mim.
Isso soa estranho pelo fato d'eu ser
singular como sou.
Tenho sido um tanto auto-biográfico nesses últimos tempos,
Acontece que necessito me entender
tentando me explicar.
Me expresso com confusão
simplesmente porque sou assim, tortuoso, mas de certo
sou uma boa pessoa, um ser que se alimenta de letra com melodia.
Uma pessoa de bom coração que gosta de ajudar os outros,
seja escrevendo, seja conversando, seja discutindo, perguntando, ou explicando.
Somente vivendo,
e as vezes conseguindo dormir.

Jamais(ou de como amar)

(Tx)

Jamais hei de profanar o amor
mesmo assim que o amor,o próprio
teime em lembrar-me de quão caro
é o seu preço, e quão pesado é seu valor.

Jamais hesitarei em amar
pois,não há no mundo,
sensação tão,
sensação que é,
plena,
que nos é
quando amamos.

jamais esquecerei
de todos os meus amores
dos que amei,
dos que amarei,
dos que amo,
ou amaria
e até os que quase amei

e jamais por fim,
quereria o fim,
mas sei que no fim,
repetindo fim,
o amor que chega ao fim,
não é amor pra mim.

quarta-feira, abril 18, 2007

Depois da chuva

(Tx)

Onde foi parar o que eu tinha?
de onde vem essa sequidão de idéias?
até que ponto eu vou ignorar a mim mesmo?
Será que vou ter de volta o que era meu depois da chuva?
Será que a mesma cinza cor
que impera lá fora
domou a mim como um bichinho de se ter?

Quero me encontrar com você depois da chuva
lá fora
aqui
ou em Belém
tanto faz
mas quero.

O que me assombra hoje
é o mesmo monstro
que me inspirava
me fazia escrever por horas
e que agora torna isso
mais duro
que ser carrasco.

onde foram parar as idéias,
as rimas,
as boas colocações,
as temáticas,
as confusões,
enfim
onde está
o ventilador de palavras
que e em mim soprava no 3
e hoje mal me refresca com sua brisa

sinto-me careca,
apunhalado,
flechado no calcanhar,
amordaçado
tal Anastácia.

negro
reprimido de ideias
tal escravo
sub-vida
cadê minha literatura
tal como um bem de valor roubado
perdido
enfraquecido

penso em abandonar esse lugar
tentar novamente
sei lá
com outros temas de blogs
assuntos mais fáceis de escrever
mais objetivos
mais fácil de serem idealizados
mas onde seria a minha válvula?
onde eu poderia descarregar todo o meu conteúdo
contido
nas conversas tolas
no que não digo a ninguém
mas não por ser segredo
mas sim por não ser merecido
ou a baixeza
ou a pouca altura
por menosprezo
por ignorância
por arrogância
por egoísmo

quem me lê vai me entender
quem tem a oportunidade de conversar comigo
também vai me entender

e minhas sinceras desculpas a quem não conversa e muito menos me lê.


Tx


segunda-feira, abril 09, 2007

juntando os cacos

(Tx)

Sabe aqueles dias em que tudo que se toma como verdade e força se transformam na proporcional inversa em forma de tristeza e confusão?
Quando está tudo tão confuso que você chega a se perder na essência de ser quem se é?
Quando suas palavras e opiniões não tem a mesma força, a certeza, quando não se consegue fixar uma simples idéia em meio a uma turbulência de acontecimentos e pensamentos?

é assim que me sinto tentando escrever nesse momento.
Motivado por nada além do gosto e do amor que eu tenho por escrever, por mais que seja difícil ser notável em palavras ou em junções delas?

então vamos lá...
suspira e vai!

Se cantar por força da música fosse um dom meu
me saciaria apenas num qualquer cantarolar sussurrado .

Se me bastasse ler ou escrever onde e sob qualquer pressão ou qualquer forma de expressão.
Me bastaria saber a caligrafia.

Se pra mim fosse tão fácil me descobrir ou me reencontrar em mim mesmo.
Estaria ganhando dinheiro com isso.

Se por ignorância ou descuido eu deixei sobrar alguns erros da gramática na minha escrita.
Me bastaria saber o ABC.

Se o amor me parece uma fabula.
Me bastaria gostar de mim mesmo.

Se não sou seguro como um homem.
Só queria ser aquela criança que fui.

Se você que vem aqui ler isso.
Gosta ou tenta achar sentido nisso.
Talvez eu não seja um bobo que gosta de ler.
Mas também, você possa ser assim como eu, um privilegiado, uma pessoa que gosta e faz o que gosta, e gosta do que lê.

Meu intuito não é xingar ou depreciar meus leitores, sejam eles mais ou menos assíduos ou conhecedores de minha humilde obra literária.
Mas nem eu sei o que ainda faço por aqui.

desde já agradeço, e espero não os decepcionar mais ou menos nas próximas vezes em que vocês vierem ler meus escritos.

Sábia
(Tx)

Que nos tempos de guerra
a paz que se sele
seja a nossa.
Que Júpiter
não venha nos visitar tão cedo,
que o sol que tudo criou
não declare o fim dos tempos,
e que esse tempo que se esvai
não nos roube a nossa crença.
Que a nossa pureza infantil predomine ante nossa mais cruel consciência.
Que os barcos nos leve aos oceanos mais incolores,
mas que não nos torne retrato
de uma triste história que acabou.
Que as cartas postadas cheguem aos seus destinatários.
Que seja compreendida a abstração,
e que o que é abstrato não se transforme em pop art.
que a verdade só possa ser enxergada por quem é iluminado,
que sejam filtrados os graus
e que não se façam diferentes os indiferentes.

Que a crença não coloque em cheque o que é humano.
Que o que é humano não se torne mais errante.
Mas que não deixe de errar quem é vivo.
Que seja feita a nossa vontade
mas não dessa forma também no céu.
e que a visão de inferno se torne mais branda
do que a nossa sempre que acordamos
que as sensações agucem
os nossos sentimentos bons!

E que assim seja!






terça-feira, janeiro 23, 2007

Ninfa


(Tx)

tira da boca o carmim
tira da cabeça essa obssesão
vagamente te lembrarás de quando jovem
leva contigo uma boneca-de-pano

cuidado contigo
és menina por ser mulher
ainda haverá de seres
mulher em sua plenitude
menina em sua essência

ah!
tira do rosto o pó de arroz
isso não é coisa pra você
deixa respirar a pele
deixa a beleza de teu crescimento brotar

adoro-te a cada vez
que te percebo crescente
desabafe deixe-se ser
honra teu poder

domingo, janeiro 07, 2007

Ê!

(Tx)

ah! ela é água de março
é da clave sol maior
é meu pé de feijão
num potinho um algodão
um pouco d'agua e amor
brota e cresce.

ela é bela que dança
da beleza só bela
da dança a dança
de bela só ela é assim
e dança

sabe a sensação de se querer bem?
de só querer bem!
é o que sinto por ela
repito-me quando falo ela
mas ela eu falo por ela saber
que é dela que eu falo
sabe ela?
ela


querida!
ela!

quarta-feira, janeiro 03, 2007

Feliz o que tenha de ser

Alinhar ao centro
(Tx)
quem te tornaste
ó traste
pedaço de estopa
enxuga
lagrimas de amar
trasteja
musica da boca
solfeja
tua vida desgraçada
rasteja
tonto de emoção
à mesa
tua ceia, tua vida
brinda
lava-me os pés jesus
simboliza
triste por fim
realiza
tudo que há de novo
improvisa
e avisa
que há de vir
ano novo
vida nova passa
brisa
lava pés pula sete ondas
acredita
céu furta-cor
minimiza
sofrimento de vida
purga
sofre
a ungída
moeda de pó
mastiga
gosto de nada
gratifica
pra que
se pergunta
então diga
feliz o que vier
esperança
é o que fica
se acredita
e só!

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Se

(Fábio Marques)

Se jamais visteo desabrochar de uma rosa
perfumando a vida e o mundo, não me digas
do cheiro do seu corpo;
Se jamais veste um pôr do sol num arco-íris de
saudade suicidando-se no mar, não sabes me dizer
da cor nem da beleza dos teus olhos;
Se jamais caminhaste nos bosques da solidão,
ouvindo o canto dos pássaros e os murmúrios
dos riachos, não tens o direito de falar-me do
som da sua voz;
Se bebeste o vinho do prazer, na taça da
felicidade, sabes o gosto da sua alma e do seu beijo;
Se, nas noites escuras sem luar, consegues
dialogar com as estrelas, por certo poderias entendê-la;
Se és capaz de amar uma mulher
acima de tudo e de si mesmo, vale a pena conhecê-la;
Se não queres sofrer por amor
cada instante da tua existência,
foge desta mulher que um dia amei.

Fábio marques além de um gênio literário,
mito vivo, e, poeta, é meu amigo pessoal e mentor
das horas mais faceis e principalmente das difíceis.
Ele que me ajuda a compreender o mundo pela visão poética
coisa que não sou, mas tenho vontade de ser.
Fábio mais que tudo é um poço de cultura onde mato minha sedenta vontade de ler e escrever.
Apesar das poucas horas em que podemos conversar sobre algo que nos venha.
Apesar do mundo me devorar em atividades,
e eu morrer de inveja dele debruçado naquela janela.
O tempo que é nosso é eterno enquanto dura,
as tardes parecem que tem 12 horas apesar de durarem menos de 2.

enfim!

sorte minha de te-lo aqui do lado de casa!!!

depois posto mais coisas de fabinho e falo mais sobre ele!

abrá!

(Tx)


terça-feira, dezembro 05, 2006

Querer(ou como queira)

(Tx)

Queria poder escrever sobre o que não se escreve.
Queria poder falar sobre o que não se fala.
Sobre o que não se nomeia.
O que não se pensa.
O que não se entende.
Por palavra ou gesto.
Queria eu.

Poder fazê-lo.
Crer no que não se vê.
No que não se pode ter.
Nem aprender.
Querer

Queria querer e ser quisto.
Saber as palavras.
Que se fala sem o uso da boca.
Que se fala com o coração.

Queria correr sem ser visto.
Mas não queria ser cirsto.
Nem por um tostão.

Queria ser mais subjetivo,
indireto, metafórico, sabido.
Queria não me dar por vencido.
Queria não escrever pequeno.
Nem me repetir.

Dizer amor em letras garrafais.
Queria não ter pena de alguns demais.
E por fim queria paz...

segunda-feira, novembro 20, 2006

ç ~ " ´ ` ^ , . ; : ? !

(Tx)
Tratei de escrever tudo minunciosamente
mas esqueci por mera displicencia de acentuar as palavras
mas tambem esqueci-me de que
acentuar palavras e dar sentido a elas
de forma que não poderias entender
pelo simples fato de n saberes ler sem acentos
mas acentos nao servem pra sentar
vc se sentiria confortavel em sentar neles
esqueci-me por mera displicencia de que o simples
torna se sem sentido as vezes meramente por nao se tratar de algo especifico
que se direciona ou simplesmente
por nao fazer sentido
mas emcompensacao me lembrei de que
um garoto tentando ser poeta se repete
e nada que se poetize deve se repetir
ja escrevi sonetos
prosas
poesias
versos
maximas
minimas
coisas que se sentem com sentido
e coisas que apenas nada sentem e ainda por cima
nao fazem sentido algum

eu sou a icognita perante ao sentido
eu sou a interrogacao da tua pergunta
eu nao tem acento
nem se acenta
nem assenta
nem consente
eu sou a penumbra perante a luz...
eu sou o difuso
o translucido
o fosco
perante ao claro
ao cristalino
ao polido

eu nao me entitulo
não me acentuo
nao me paragráfo
não me concluo
nao me dou ponto final
nem me assino
nao tenho autor
nem poeta
nem nada

mas sou
e sejo
e serei sempre
e que seja
pra sempre
eu seja eu

assim coisa sem sentido e sem pontuacao
sem virgula ponto exclamacao

terça-feira, outubro 31, 2006

Cai chuva

Nem sei se ja postei isso por aqui....
se já desculpe-me...
achei num caderno velho
ela está incompleta
vou terminá-la de improviso...

(Tx)

Cai chuva
Vem molhar minha janela
Vem fazer ela chorar
Leva a vida que outrora
Foi feliz ao retornar
Prum lugar distante
Depois de muito batalhar
Feito um cavaleiro
Que sua honra foi lavar
Leva ela vida triste,
leva,
leva ela para lá
Faz meu coração bater forte...
(parte improvisada)
Faz meu coração palpitar
Que por derradeiro palpita
Chuva molha...
Sempre que chover...
Chuva sempre molhará...

quarta-feira, outubro 25, 2006

Ode a Erica



(Tx)

qual diria a ela?
palavra mais bonita
não ouso articular
nem por nada

sua brandura tal pétala
de fina flor clara
é de admirar calado
de gélido ficar.
Tamanha fascinação nomeia
o que vejo

e só o que vejo me vale


basta!

pararei para não ousares
nem me tornar ousado...
romancista eu sem virtudes
escrevo por somente intrepidez...

a ti coisa fina um beijo

de somente de....



tim(Safado!)

Ode a Erica

(Tx)

qual diria a ela?
palavra mais bonita
não ouso articular
nem por nada

sua brandura tal pétala
de fina flor clara
é de admirar calado
de gélido ficar.
Tamanha fascinação nomeia
o que vejo

e só o que vejo me vale


basta!

pararei para não ousares
nem me tornar ousado...
romancista eu sem virtudes
escrevo por somente intrepidez...

a ti coisa fina um beijo

de somente de....



tim(Safado!)

segunda-feira, outubro 16, 2006

CRÔNICAS DE UM APENAS INCOMUM(pt1

Eu to repetindo essa crônica...ela é de 3 de set
enfim...como um diálogo de um garoto de 19 anos, secundarista que não quer aparentemente nada com a vida e um garotão de 22 anos que já está no 4º vestibular para medicina e só estuda na vida pode ser surpreendente....

(TX)
Sem querer, dessa forma agredir a ninguém.
Começo dizendo que a única coisa que me mantém convivendo em sociedade
é o fato de encarar a vida assim como tantos outros peculiares como eu
é o fato de ter ainda tanto a aprender e ensinar sobre o que é
da maneira mais complicada as coisas simples da vida.
(*) “É melhor fazer tudo dessa forma poética tida como careta
do que abrir a boca pra falar merda,
e somente falar merda pra preencher o tempo em que convivo com
pessoas que merecem somente escutar abobrinhas articuladas por mim."(*)
Hoje um conhecido aspirante a medicina,
enquanto conversávamos sobre qualquer coisa
que não me lembro agora(justo o que eu falo entre os (*))
veio me perguntar sobre minha posição política...ah lembrei
logo após termos conversado sobre juventude transviada(sabe aquele papo careta que se leva
pra comentar o que William Bonner falou no jornal nacional)?
pois é...estávamos falando sobre a força de Pernambuco no cenário cultural brasileiro e mundial
coisa que ele nada entendia....

Falávamos das bandas de fora
que Pernambuco enlata e vende pro Brasil,
falávamos também sobre o quanto a pobreza da informação que é levada as classes menos favorecidas
afetam obviamente no seu modo de agir,
quer dizer, você não precisa aceitar isso como um filhote de passarinho de boca aberta
pois a cultura esta ai e só0 ir na prateleira e pegar.
Ai se fala, mas se a pessoa mal sabe ler?
Basta somente ela saber ouvire dissernir,
resumindo assim como pra tudo na nossa vida nos temos o livre arbítrio pra escolher o que consumir.
Mas o problema é que o que aparece bonito barato e bom pra essas pessoas e tudo que e descartável
e o que funcionaria é mostrado como caro, careta, difícil, e, intocável(diga-se também inaudível) pra eles.
Enfim! por falta de vergonha de quem faz a mídia e pelos empecilhos que são colocados por eles
o nosso povo é criado a base do pão e circo(como se eu tivesse descoberto isso né?)
mas o mais foda é que há repressão também pelos mesmos em mostrar toda a verdade e a beleza que há na diversidade cultural de nosso país.
Eu posso até está parando com a temática da crônica no meio,
mas é por que eu não agüento mais falar nisso por hoje...